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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T17:56:36Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T17:56:36Z | |
| dc.date.issued | 1958-07-16 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8155 | |
| dc.description.abstract | Aborda as diferentes candidaturas à Presidência da República, destacando as figuras mais proeminentes do cenário político brasileiro da época. Pilla observa que as candidaturas de Ademar de Barros e Jânio Quadros são claras e visam a presidência desde o início, com o primeiro almejando usar o governo de São Paulo como trampolim. Jânio Quadros, após sua renúncia anterior, busca agora se reerguer politicamente e está se preparando para uma candidatura presidencial. Além desses dois, o general Henrique Teixeira Lott e João Goulart são mencionados como candidatos em potencial. Lott, embora não declare abertamente sua candidatura, é visto como uma figura que detém o poder das armas e se posiciona como defensor da legalidade, o que poderia levá-lo à presidência. Já João Goulart, ligado ao legado de Getúlio Vargas, tenta se inserir como líder de uma massa trabalhista, embora tenha que enfrentar Lott em uma disputa por influência. Pilla ressalta que, do ponto de vista administrativo, Jânio Quadros seria o menos problemático, mas seu egocentrismo e personalismo seriam um grande obstáculo para um governo equilibrado. O autor critica o sistema presidencialista, que permite a ascensão de figuras com grandes ambições pessoais, e aponta que, em um sistema parlamentarista, muitos desses candidatos seriam de importância secundária. Pilla enfatiza que as perspectivas para a sucessão presidencial não são animadoras, pois o sistema favorece a concentração de poder nas mãos de indivíduos ambiciosos. | pt_BR |
| dc.subject | Candidaturas; Ademar de Barros; Jânio Quadros; Presidência; João Goulart; Henrique Teixeira Lott | pt_BR |
| dc.title | Perspectivas Presidenciais | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |