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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T18:18:12Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T18:18:12Z | |
| dc.date.issued | 1958-07-30 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8160 | |
| dc.description.abstract | Discute a deterioração dos princípios partidários no Rio Grande do Sul, particularmente com a introdução da prática de troca de votos entre partidos. Historicamente, o estado se destacou por uma clara formação partidária, com partidos como o Republicano e o Federalista tendo ideologias bem definidas e sendo profundamente fiéis aos seus princípios. Contudo, com a ascensão de Getúlio Vargas e a criação da Frente Única Riograndense, as barreiras entre os partidos começaram a se esbater. A prática de troca de votos, uma estratégia em que candidatos de partidos diferentes trocam apoio eleitoral, começou a se infiltrar no Partido Libertador, uma organização de ideais civis e idealistas. A troca de votos é vista como uma fraude que prejudica a integridade dos partidos e enfraquece o sistema político. A prática divide o eleitorado, pois os eleitores são incentivados a votar em candidatos de partidos diferentes, o que gera confusão e desordem no processo eleitoral. O Diretório Libertador de Uruguaiana, em um manifesto, alerta contra essa prática e defende que um verdadeiro membro do partido deve manter sua fidelidade à legenda, considerando o voto como uma função social. Para Pilla, a troca de votos é um ataque à ordem política, uma traição aos princípios partidários, e uma ameaça à estabilidade do sistema eleitoral, que pode levar à dissolução dos partidos e à desordem no cenário político. A crítica é uma defesa da importância da lealdade partidária para garantir a saúde da democracia. | pt_BR |
| dc.subject | Troca de votos; Partidos; Formação partidária; Frente Única Riograndense; Fraude eleitoral; Fidelidade partidária | pt_BR |
| dc.title | Troca de Votos | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |