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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T18:27:09Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T18:27:09Z | |
| dc.date.issued | 1958-08-14 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8162 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a crítica feita por Gustavo Corção à proposta de um entendimento entre os partidos do centro, com o objetivo de enfrentar a crise do país e a ameaça comunista. Pilla esclarece que a crítica de Corção, embora pertinente e bem fundamentada, é injusta para os políticos militantes como ele e Carlos Lacerda, que têm a responsabilidade de buscar soluções práticas e viáveis dentro da realidade política. Pilla destaca que, embora as soluções propostas nem sempre sejam ideais, os políticos têm o dever de apresentar alternativas para lidar com a situação existente, mesmo que essas propostas não sejam amplamente aceitas. O autor também explica que, em sua entrevista, propôs a necessidade de uma revolução para sanear o país, mas, reconhecendo a impossibilidade de tal revolução, sugeriu a união dos partidos do centro para salvar a democracia e promover reformas nas instituições e nos costumes. Pilla critica a postura de Corção, que, em vez de apresentar uma solução concreta, se limita a preceitos abstratos. Para Pilla, o publicista pode agir sem as limitações dos políticos, mas este, ao criticar, precisa compreender a complexidade da situação política e a responsabilidade de quem está diretamente envolvido na busca por soluções. | pt_BR |
| dc.subject | Gustavo Corção; Político Militante; Partidos do Centro; Ameaça Comunista; Democracia | pt_BR |
| dc.title | Do publicista ao político | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |