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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-11T19:50:19Z | |
| dc.date.available | 2025-04-11T19:50:19Z | |
| dc.date.issued | 1958-06-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8180 | |
| dc.description.abstract | Aborda as complexas relações entre poder civil e força militar, especialmente no contexto das diferenças entre regimes políticos e suas respostas à intervenção militar. Destaca a realidade de que, em todos os países, a força armada exerce uma presença constante, mas a maneira como essa força é integrada ao sistema político varia significativamente. Pilla observa que, no presidencialismo latino-americano, a força tende a se sobrepor ao poder civil, enquanto no parlamentarismo europeu, a intervenção militar é considerada um escândalo. Também reflete sobre o impacto do totalitarismo russo, que, para ele, tornou o ideal de uma organização internacional sem armas uma utopia distante. Cita o caso da França, onde o militarismo crescente tem raízes na exacerbação do sentimento nacionalista, intensificado após a redução de seu império colonial. Embora o parlamentarismo francês tenha garantido uma longa paz civil, a guerra e os conflitos históricos têm moldado as interações entre política e força no país. Pilla reafirma a necessidade de entender as causas desses fenômenos, sem simplificar as situações como meras exceções. Conclui, com uma provocação ao leitor, que a explicação sobre essas questões precisa ser constantemente renovada, diante da persistente confusão pública. | pt_BR |
| dc.subject | Força Armadas; Poder Civil; Regimes Políticos; Intervenção Militar; Nacionalismo | pt_BR |
| dc.title | E Agora? | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |