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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-14T17:13:00Z
dc.date.available 2025-04-14T17:13:00Z
dc.date.issued 1958-11-02
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8195
dc.description.abstract Aborda a evolução e os desafios da Justiça Eleitoral no Brasil, destacando suas conquistas e falhas. O autor começa mencionando que a Justiça Eleitoral foi uma das principais vitórias do Código Assis Brasil, com a garantia do sigilo do voto e a implementação de um sistema mais legítimo, em contraste com o sistema anterior, onde os resultados eleitorais eram frequentemente manipulados. Embora o sistema atual tenha eliminado muitos dos vícios do passado, Pilla reconhece que ainda existem falhas no funcionamento da Justiça Eleitoral, especialmente em estados onde a falta de independência e a corrupção minam a eficácia do processo. O Maranhão é citado como um exemplo de corrupção eleitoral, com fraude sistemática sendo facilitada pelo Tribunal Eleitoral local e pelas juntas apuradoras. Segundo o autor, o escândalo envolveu a alteração de mapas eleitorais e favorecimento de candidatos específicos, utilizando dinheiro ou relações familiares como mecanismos de influência. Pilla conclui que, apesar dessas falhas, a Justiça Eleitoral permanece a melhor solução para o sistema eleitoral brasileiro, sendo crucial preservar sua integridade e independência. Enfatiza a necessidade de combater a desmoralização do sistema para garantir sua eficácia e credibilidade, com o Tribunal Superior Eleitoral sendo o principal responsável por essa tarefa. pt_BR
dc.subject Justiça Eleitoral; Corrupção; Maranhão; Tribunal Superior Eleitoral; Código Assis Brasil pt_BR
dc.title A Justiça Eleitoral pt_BR
dc.type Other pt_BR


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