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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-14T17:19:52Z | |
| dc.date.available | 2025-04-14T17:19:52Z | |
| dc.date.issued | 1958-11-09 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8196 | |
| dc.description.abstract | Critica a proposta de alterar o atual sistema de representação política, que subdividiria os Estados em círculos eleitorais, ao invés de considerar cada unidade federativa como uma circunscrição única, como prevê a Constituição. Aponta que essa mudança seria inconstitucional, pois a Constituição determina que a representação na Câmara dos Deputados seja proporcional à população de cada Estado. Além disso, Pilla destaca que a modificação prejudicaria o princípio da representação proporcional, favorecendo os partidos maiores e anulando a pluralidade política. Argumenta que a criação de círculos eleitorais, com poucas cadeiras por região, resultaria em uma concentração de poder nas mãos dos grandes partidos, deixando os menores sem representação efetiva. Também critica a ideia de que essa mudança ajudaria a combater a corrupção eleitoral. Pelo contrário, acredita que a medida poderia facilitar ainda mais a compra de votos, já que candidatos com grandes recursos financeiros poderiam concentrar seus esforços em poucos municípios, tornando mais fácil manipular o resultado das eleições. Conclui que a proposta, ao tentar combater a corrupção, apenas fortaleceria a influência do dinheiro na política, prejudicando os candidatos mais modestos, mas de prestígio, e criando um ambiente ainda mais desigual nas eleições. | pt_BR |
| dc.publisher | Diário de Notícias | pt_BR |
| dc.subject | Círculos Eleitorais; Estado; Partidos Maiores; Partidos Menores; Compra de Votos | pt_BR |
| dc.title | Círculos e Representação Proporcional | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |