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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-14T17:30:39Z | |
| dc.date.available | 2025-04-14T17:30:39Z | |
| dc.date.issued | 1958-11-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8197 | |
| dc.description.abstract | Critica a proposta de alterar o sistema de representação política, substituindo as atuais circunscrições eleitorais estaduais por círculos intra-estaduais. O autor questiona a eficácia dessa mudança, argumentando que, embora seja alegado que a reforma visa combater a influência do dinheiro nas eleições, na prática, ela poderia facilitar ainda mais a compra de votos. Ele explica que, em círculos menores, a concentração de recursos financeiros tornaria mais fácil a manipulação eleitoral, favorecendo os candidatos ricos. Pilla também faz uma comparação histórica com a eleição indireta durante a monarquia e a divisão das províncias em círculos, destacando que, embora a reforma daquela época tenha sido mal-sucedida, os resultados foram melhores quando os círculos tinham três deputados. No entanto, ele afirma que as condições atuais do país, com sufrágio universal, múltiplos partidos e voto proporcional, tornam essa proposta inadequada, pois ela tenderia a "municipalizar" o parlamento, ou seja, reduzir a representatividade e qualidade da escolha política. Pilla conclui que a solução não está em mudanças superficiais como a criação de círculos, mas na correção das causas mais profundas dos vícios eleitorais, que requerem uma reforma mais estruturada e corajosa. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamento; Estados; Eleição Indireta; Sufrágio Universal; Voto Proporcional | pt_BR |
| dc.title | A Municipalização do Parlamento | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |