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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-14T17:46:49Z
dc.date.available 2025-04-14T17:46:49Z
dc.date.issued 1958-11-07
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8199
dc.description.abstract Analisa o processo de convocação dos ministros pelo Congresso no sistema presidencialista. Observa que, embora a ideia de convocar ministros tenha sido uma tentativa de maior integração entre o Poder Executivo e o Legislativo, o sistema não funciona adequadamente no contexto presidencialista. Pilla explica que, no presidencialismo, a convocação dos ministros tem pouca eficácia, pois eles não dependem da confiança do Congresso para manter o cargo, tornando a sabatina uma formalidade sem consequências práticas. O autor destaca que, em um sistema parlamentarista, a convocação de ministros faz sentido, já que o governo depende da confiança do parlamento, e a convocação implica uma relação de responsabilidade. No entanto, no presidencialismo, a convocação é mais uma exibição, sem um impacto real nas decisões ministeriais. Ele critica a falta de condições para o funcionamento adequado dessa prática no Brasil, sugerindo que o Regimento da Câmara, ao estabelecer um formato rígido para os debates, só aumenta a ineficácia do sistema. Pilla propõe uma reforma no Regimento, sugerindo que os debates de convocação dos ministros sejam realizados de forma mais dinâmica e sem formalidades excessivas, para que a sabatina cumpra sua verdadeira função de esclarecer a gestão dos ministros. Contudo, ele critica que, apesar da reforma, o Regimento atual ainda mantém normas que anulam a eficácia desse processo. pt_BR
dc.subject Convocação; Congresso; Poder Executivo; Poder Legislativo; Reforma Regimental pt_BR
dc.title Sabatina Ministerial pt_BR
dc.type Other pt_BR


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