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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-14T18:20:13Z
dc.date.available 2025-04-14T18:20:13Z
dc.date.issued 1958-11-21
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8203
dc.description.abstract Analisa criticamente uma crise político-militar provocada pela designação do general Henrique Lott, então ministro da Guerra, para substituir interinamente o ministro da Aeronáutica. A nomeação gerou grande desconforto entre os oficiais da Aeronáutica, dada a histórica incompatibilidade entre as duas Armas. Em protesto, brigadeiros se recusaram a comparecer à cerimônia de posse, recebendo a solidariedade de outros oficiais e, em seguida, sendo presos por decisão do governo. Pilla considera a ação governamental um grave erro, cujas consequências foram se agravando inevitavelmente. A imprensa, especialmente o jornal Diário de Notícias, noticiou os fatos e publicou manifestações dos militares da Aeronáutica, cumprindo, segundo o autor, seu dever de informar a sociedade sobre assuntos de interesse público. Contudo, o general Lott, assumindo postura autoritária, processou o jornal não com base na Lei de Imprensa, mas na Lei de Segurança Nacional, como se fosse o verdadeiro protetor do regime, e não apenas um ministro. Pilla denuncia a contradição de um homem que já depôs dois presidentes constitucionais e ameaçou com a instalação de uma ditadura agora recorrer à Lei de Segurança Nacional contra um órgão da imprensa. Para ele, tal atitude revela a distorção de valores no sistema político nacional, onde se tenta calar a liberdade de expressão em nome da segurança do Estado. pt_BR
dc.subject General Henrique Lott; Crise Militar; Recusa de Posse; Imprensa; Brigadeiros pt_BR
dc.title O Protetor do Regime pt_BR
dc.type Other pt_BR


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