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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-14T19:59:39Z
dc.date.available 2025-04-14T19:59:39Z
dc.date.issued 1958-12-25
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8221
dc.description.abstract Aborda a questão dos tributos extraordinários impostos pelo governo brasileiro e a reação que pode surgir da indústria e do comércio contra esses impostos. Pilla destaca que, embora o debate financeiro sobre o pagamento ou não dos impostos seja relevante, o aspecto mais importante é a violação da Constituição brasileira. Ele lembra que a Constituição, que deve ser uma garantia para todos os cidadãos, estipula claramente que nenhum tributo pode ser exigido ou aumentado sem que haja uma lei específica e uma prévia autorização orçamentária. Este princípio, que visa proteger o cidadão das extorsões do governo, está descrito no parágrafo 34 do artigo 141 da Constituição, que trata dos direitos e garantias individuais. Pilla considera a situação atual como uma ameaça à Constituição, que, apesar de seus defeitos, ainda serve como uma proteção contra abusos do poder. O aumento de impostos sem a devida autorização orçamentária fere essa garantia, uma vez que o Orçamento de 1959 já está fechado e não poderia contemplar esses novos tributos. A reação da indústria e do comércio, ao recorrer ao Poder Judiciário, tem um valor simbólico e político muito maior, representando a defesa de um governo baseado em leis, e não em arbitrariedades. pt_BR
dc.subject Tributos; Governo; Constituição; Impostos; Aumento pt_BR
dc.title Reação Necessária pt_BR
dc.type Other pt_BR


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