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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-14T20:38:30Z
dc.date.available 2025-04-14T20:38:30Z
dc.date.issued 1958-09-29
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8230
dc.description.abstract Denuncia com veemência atitudes atribuídas aos trabalhistas gaúchos, especialmente aos aliados de Leonel Brizola, em ações que teriam como finalidade sabotar obras de interesse público por motivações político-eleitorais. Um dos episódios destacados é o suposto atentado à ponte Porto Alegre–Cachoeira, fato tão grave que, segundo o autor, custaria a ser acreditado, não fosse sua confirmação por fontes confiáveis e precedentes igualmente escandalosos. Raul Pilla relembra o caso da importação de máquinas rodoviárias, impedida pelo governo federal por pressão dos próprios aliados do presidente Juscelino Kubitschek, notadamente João Goulart e Brizola. As máquinas, que beneficiariam todo o estado, inclusive um possível governo de Brizola, foram barradas por puro interesse eleitoral, para não fortalecer a imagem da gestão de Ildo Meneghetti. O autor questiona a moralidade e o compromisso com o bem comum desses líderes, afirmando que sua atuação já demonstra desprezo pelo interesse público, mesmo antes de assumirem o poder plenamente. Pilla alerta os eleitores para os riscos de entregar o Estado a políticos que, segundo ele, colocam seus interesses partidários acima do bem da população. Conclui exortando os cidadãos a votarem com consciência no próximo pleito, sob pena de mergulhar o Rio Grande do Sul em um regime faccioso e autoritário. pt_BR
dc.subject Eleições; Sabotagem; Facciosismo; Voto Consciente; Obra Pública pt_BR
dc.title Sabotando o Rio Grande pt_BR
dc.type Other pt_BR


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