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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-15T12:35:23Z | |
| dc.date.available | 2025-04-15T12:35:23Z | |
| dc.date.issued | 1959-03-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8245 | |
| dc.description.abstract | Raul Pilla comenta as declarações do general Anápio Gomes sobre a necessidade urgente de austeridade para enfrentar a grave crise econômica que assola o Brasil. O autor concorda com a análise, reconhecendo que apenas com disciplina e contenção de gastos será possível superar os efeitos gerados justamente pela desordem financeira e o desperdício. No entanto, ele expressa ceticismo quanto à viabilidade de se aplicar essa austeridade no cenário político brasileiro, destacando que o exemplo precisa partir do governo. É incoerente, segundo Pilla, pedir sacrifícios ao cidadão comum quando o próprio Estado continua gastando de forma irresponsável. A crítica se intensifica ao analisar a gestão do então presidente Juscelino Kubitschek, especialmente em relação à construção acelerada e dispendiosa de Brasília, que simboliza o oposto da contenção proposta. Pilla argumenta que, mesmo sendo favorável à mudança da capital, o projeto deveria ser conduzido com planejamento e prudência, não “às caneladas”, como o próprio presidente dizia. Além da contenção de gastos, o autor reforça que a austeridade também envolve trabalho e produtividade — aspectos dificultados por uma mentalidade nacional que valoriza ganhos sem esforço. O texto conclui que, com um governo que prioriza vaidades e interesses pessoais, a tão necessária política de austeridade se torna impraticável. Sem uma reforma de valores e atitudes, principalmente nas esferas de poder, qualquer esforço por disciplina econômica será inócuo. | pt_BR |
| dc.subject | Austeridade; Governo; Brasília; Planejamento; Administração Pública | pt_BR |
| dc.title | Austeridade | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |