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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-15T13:24:37Z
dc.date.available 2025-04-15T13:24:37Z
dc.date.issued 1959-04-26
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8254
dc.description.abstract Raul Pilla critica a proposta do senador Attúlio Vivacqua, que sugere uma forma transicional de reforma para corrigir os abusos do sistema presidencialista, em vez de uma mudança radical. Pilla discorda dessa prudência, afirmando que, se o sistema atual está falido, a solução deve ser a substituição completa de um sistema falido por outro mais eficaz. Ele critica a ideia de realizar uma reforma parcial, que tentaria “remendar” o que é essencialmente defeituoso, comparando-a a tentar fazer uma nova roupa com retalhos da velha. Pilla argumenta que a evolução de sistemas políticos não deve ser vista apenas como uma mudança gradual, mas, muitas vezes, exige uma transformação súbita, ou “salto”, como ocorre na natureza. Ele cita a medicina como analogia, sugerindo que, assim como doenças podem ser tratadas com crises que levam a uma recuperação mais rápida, a reforma política no Brasil precisa ser uma mudança substancial e imediata para combater os males do presidencialismo, como a irresponsabilidade e a tendência à demagogia. Segundo Pilla, as tentativas anteriores de reforma gradual, como as constituições de 1934 e 1946, falharam em resolver os problemas estruturais do presidencialismo. Para ele, a única maneira eficaz de avançar é por meio de uma verdadeira revolução nas instituições políticas, rejeitando soluções transitórias. pt_BR
dc.subject Reforma; Presidencialismo; Sistema; Substituição; Demagogia pt_BR
dc.title Natura Facit Saltus pt_BR
dc.type Other pt_BR


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