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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2025-04-15T15:35:03Z | |
| dc.date.available | 2025-04-15T15:35:03Z | |
| dc.date.issued | 1959-09-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/8282 | |
| dc.description.abstract | Discute a presença e os efeitos do militarismo no Brasil. Embora a resposta comum seja negativa, o autor sugere que, na realidade, o militarismo se manifesta de formas sutis e complexas, além de não se limitar apenas à tomada direta do poder. O autor observa que o Brasil já teve surtos de militarismo no passado, como na Proclamação da República, que foi um golpe militar, e na candidatura de Hermes da Fonseca em 1910, que levou à "Campanha Civilista" de Rui Barbosa. Pilla explica que o militarismo no Brasil se manifesta não apenas na política, mas também em cargos civis importantes que são ocupados por militares, como a chefia da polícia nos estados e no Distrito Federal. O autor aponta que esse fenômeno prejudica as Forças Armadas, que se tornam politicamente divididas, quando deveriam se dedicar apenas à defesa nacional. A intervenção militar se torna mais evidente a partir da Revolução de 1930, onde, após depor o presidente Washington Luís, os militares entregaram o poder a Getúlio Vargas, um chefe civil. No entanto, Vargas cultivou as ambições políticas dos militares e os colocou em importantes cargos civis, consolidando uma forma de militarismo que perdura até os dias atuais. | pt_BR |
| dc.subject | Militarismo; Proclamação da República; Revolução de 1930; Cargos civis; Forças Armadas | pt_BR |
| dc.title | Militarismo? | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |