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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2025-04-16T17:44:54Z
dc.date.available 2025-04-16T17:44:54Z
dc.date.issued 1959-08-21
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/8315
dc.description.abstract No texto de Raul Pilla, a obstrução parlamentar é defendida como um recurso legítimo dentro do processo democrático. A Emenda dos Conselheiros, proposta na Câmara dos Deputados, tem gerado grande debate, e a oposição tem utilizado a obstrução para retardar o andamento da proposta. Pilla argumenta que, ao contrário das críticas da maioria, a obstrução não é um ato anti-democrático, mas sim uma forma de garantir que o debate parlamentar não seja suprimido ou reduzido a uma mera formalidade. A democracia, segundo Pilla, vai além do simples domínio numérico; ela envolve um processo de elaboração e discussão onde todas as opiniões têm espaço. O uso abusivo do regime de "urgência" é criticado, pois pode impedir uma discussão ampla, essencial para que o parlamento cumpra sua função de representar todos os cidadãos. Mesmo quando a maioria tem o poder de decisão, a minoria tem o direito de utilizar a obstrução para garantir que o processo seja legítimo e ponderado. A obstrução parlamentar, ao contrário do que alguns possam pensar, é um recurso utilizado mundialmente para equilibrar as forças dentro de um parlamento, permitindo à minoria expressar suas opiniões e contestar as decisões da maioria. Pilla enfatiza que, sem essa prática, a democracia representativa se tornaria uma tirania numérica, e não uma concepção política profunda e deliberativa. pt_BR
dc.subject Emenda dos Conselheiros; Câmara dos Deputados; Obstrução Parlamentar; Regime de Urgência; Legitimidade pt_BR
dc.title Teoria da Obstrução pt_BR
dc.type Other pt_BR


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