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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-13T11:58:45Z | |
| dc.date.available | 2024-08-13T11:58:45Z | |
| dc.date.issued | 1959-01-03 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5676 | |
| dc.description.abstract | Expressa um desejo para que o Brasil, em 1959, veja uma redução na corrupção e no mau governo que tem afetado o país. Critica a maneira como o governo usa palavras como "operação" para mascarar ineficácia e desonestidade. Faz referência a várias "operações" do governo, como a "operação xícara" e a "operação Copacabana", que, na visão do autor, falharam em trazer resultados concretos e simplesmente encobriram a má gestão. A crítica se estende ao uso de termos que, em vez de representar soluções efetivas, acabam por aumentar o sofrimento e a frustração da população. Menciona a "operação embarque" em Fortaleza, que foi uma medida tardia e inadequada para lidar com a situação crítica dos flagelados. Essas palavras são usadas como uma cortina de fumaça para encobrir a falta de ação verdadeira e a corrupção sistêmica. Conclui o texto com um desejo de que o ano novo traga uma verdadeira "operação vergonha na cara", uma expressão que ele usa para pedir uma reforma moral e ética no governo e na administração pública. O texto é uma crítica mordaz à forma como os problemas do país são tratados e uma chamada para uma mudança real e honesta no governo. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Corrupção; Governo; Reforma moral; Orçamento. | pt_BR |
| dc.title | Boas Entradas! (1959-01-03) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |