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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-13T14:13:06Z | |
| dc.date.available | 2024-08-13T14:13:06Z | |
| dc.date.issued | 1959-01-31 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5691 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre a crescente confusão entre cargos civis e militares, destacando a importância de entender corretamente essas distinções. Menciona um episódio em que um aluno questionou se o ministro da Guerra poderia ser um civil, apontando que a real questão seria se um militar poderia ocupar tal posição. Critica a falta de conhecimento sobre o papel civil em diversos cargos de liderança, como na chefia de polícia, presidência de empresas estatais e outros cargos administrativos. Alerta para o risco de uma compreensão inadequada dessas funções, à medida que a geração mais antiga, que conhecia regimes anteriores, morre. Aborda a questão do asilo concedido ao general Delgado pela embaixada brasileira em Lisboa, considerando-o um ato razoável em um contexto político complicado. Expressa descontentamento com o regime de Salazar, argumentando que a presença da embaixada brasileira em Lisboa, enquanto o regime totalitário perdura, é uma ofensa à memória das vítimas do totalitarismo e uma capitulação aos ideais da liberdade. Para Corção, a postura totalitária é o maior mal político, comparável à privação de direitos básicos e liberdades fundamentais. Conclui que o único ato positivo da embaixada brasileira em Lisboa foi o asilo ao general Delgado, destacando sua crença na importância do compromisso com a liberdade e a democracia. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Totalitarismo; Salazar; Política; Diplomacia; Liberdade e democracia | pt_BR |
| dc.title | Problemas às Avessas (1959-01-31) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |