Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-15T11:27:29Z | |
| dc.date.available | 2024-08-15T11:27:29Z | |
| dc.date.issued | 1959-02-15 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5698 | |
| dc.description.abstract | Discute a questão do militarismo e a presença excessiva dos militares em cargos públicos e administrativos. Esclarece que não é anti-militarista, ou seja, não nutre preconceitos contra os militares como indivíduos, mas critica o militarismo, que é a infiltração de princípios militares na administração pública e na política, conferindo privilégios indevidos à classe militar. Argumenta que o militarismo cria uma casta privilegiada e promove injustiças, como a atribuição de cargos importantes a militares por motivos políticos, em vez de mérito civil. Critica a prática de colocar oficiais em cargos civis importantes, como na Petrobras ou na Polícia, o que distorce a administração pública e promove uma hipertrofia do poder militar. Também aponta que a presença militar em cargos civis está ligada a uma política de segurança nacional que se torna uma lei máxima, ameaçando os princípios democráticos e civis. Destaca que o militarismo, ao submeter todas as esferas da vida pública e privada ao critério da segurança nacional, pode levar a uma forma de controle totalitário. Por fim, alerta para o perigo de um militarismo desenfreado e a necessidade de resistência para manter os princípios da democracia e do governo civil, antes que o militarismo se expanda para todos os aspectos da vida social e política. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Militarismo; Privilégios militares; Abuso de poder; Cargos públicos. | pt_BR |
| dc.title | Militarismo (1959-02-15) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |