Resumo:
Critica o "Festival do Índio" promovido para celebrar o Dia do Índio, que foi realizado apesar das objeções do diretor Paulo Duarte. Duarte argumentava que tal festival exporia os índios a doenças urbanas e transformaria a celebração em um evento de promoção, em vez de um respeito genuíno. Compartilha a visão de Duarte, questionando o valor e a autenticidade do festival, que considera uma ideia errada e uma promoção vazia. Também critica a visão oficial do índio, conforme ensinada nas escolas, que afirma que os índios são os verdadeiros donos da terra brasileira. Vê essa afirmação como absurda, sugerindo que, se fosse verdade, os brancos seriam considerados usurpadores. Corção se considera mais brasileiro do que os índios e expressa seu desprezo por algumas visões idealizadas sobre os índios, que ele considera estúpidas e distantes da realidade. Conclui com uma nota pessoal, agradecendo a um leitor que enviou óleo vegetal, demonstrando uma apreciação genuína por um gesto de generosidade. Usa isso para ilustrar uma pequena nota de humanidade e gratidão em meio às suas críticas mais amplas sobre o tratamento e a representação dos índios no Brasil.