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Uma Sugestão para Genebra (1959-05-21)

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dc.contributor.author Corção, Gustavo
dc.date.accessioned 2024-08-15T14:26:46Z
dc.date.available 2024-08-15T14:26:46Z
dc.date.issued 1959-05-21
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/5723
dc.description.abstract Critica a reunião dos representantes ocidentais em Genebra para tratar de questões com a União Soviética, descrevendo-a como uma tarefa cansativa e frequentemente infrutífera. Argumenta que, apesar das tentativas de estabelecer um entendimento com os soviéticos, a filosofia deles nega a validade de qualquer compromisso sério. Expressa ceticismo quanto à sinceridade dos dirigentes soviéticos e aponta a falta de liberdade de expressão dentro da União Soviética como uma razão para a desconfiança internacional. Ilustra sua frustração com uma anedota sobre dois russos discutindo a verdadeira intenção de uma viagem para Kiev, comparando-a às negociações internacionais que considera igualmente enganosas. Sugere que a abordagem ocidental deve ser mais firme e estratégica, comparando a situação atual com o pacto de não-agressão entre a Alemanha nazista e a União Soviética, que acabou rompido com a invasão alemã em 1941. Como solução, propõe uma sugestão ousada: que as forças aliadas permaneçam na Alemanha e em Berlim por um período equivalente ao da aliança entre Alemanha e Rússia durante a Segunda Guerra Mundial. Acredita que a única maneira de lidar com um regime totalitário como o soviético é por meio de uma ameaça física tangível, considerando suas propostas menos utópicas do que o idealismo ingênuo de acordos que podem não ser respeitados pela civilização soviética. pt_BR
dc.publisher Correio do Povo pt_BR
dc.subject Genebra; União Soviética; Negociações; Pactos; Ceticismo pt_BR
dc.title Uma Sugestão para Genebra (1959-05-21) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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