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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-16T11:50:26Z | |
| dc.date.available | 2024-08-16T11:50:26Z | |
| dc.date.issued | 1959-06-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5735 | |
| dc.description.abstract | Analisa o fenômeno da "união nacional" que surge frequentemente quando se aproximam eleições presidenciais no Brasil. Observa que líderes políticos, como o almirante Amaral Peixoto do PSD, se preocupam excessivamente em evitar eleições, tratando-as como uma calamidade a ser evitada a qualquer custo. Critica a tentativa do PSD de evitar perdas de poder e prestígio e expressa sua indiferença pela união nacional proposta, que ele vê como uma manobra para manter o status quo. Também menciona a proposta de um marechal deputado para remover a inscrição "Ordem e Progresso" da bandeira nacional, considerando a incoerência de ter um lema que não reflete a realidade brasileira. Ironiza a proposta e sugere que, se o letreiro fosse removido, seria substituído por slogans políticos variados, refletindo a falta de consenso e a variedade de reivindicações presentes no país. Conclui com uma nota de esperança, afirmando que, apesar da situação atual de desordem e falta de progresso, ele acredita que o Brasil pode evoluir para um futuro melhor, onde a autoridade será respeitada e o país se tornará mais organizado e justo. Sugere que, enquanto isso não acontece, a inscrição na bandeira deve permanecer como um símbolo de esperança e aspiração. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | União nacional; Política; Status quo; Incoerência; Bandeira nacional | pt_BR |
| dc.title | Mosaico (1959-06-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |