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| dc.contributor.author | Corção, Gustavo | |
| dc.date.accessioned | 2024-08-19T11:41:26Z | |
| dc.date.available | 2024-08-19T11:41:26Z | |
| dc.date.issued | 1959-08-20 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/5768 | |
| dc.description.abstract | Critica, em tom sarcástico e amargurado, a decadência moral e política do Brasil ao comentar a "Noite de Marechal", uma festa petebista em que o marechal Lott, então figura de destaque, se apresenta de maneira decepcionante. Lamenta que a fotografia da ocasião transmita mais do que palavras poderiam expressar, mostrando Lott com uma expressão apática, cercado por figuras que, para o autor, simbolizam a degradação do cenário político brasileiro. Compara a imagem de Lott a um "sonâmbulo", sugerindo que o marechal está envolvido em um jogo político vazio e incongruente, especialmente considerando suas posições anteriores e sua transformação ao longo dos anos. Também critica a justificativa de Lott para sua filiação ao PTB, questionando a autenticidade de suas motivações. Segundo o Corção, a vaidade do marechal, descrita como "pueril e gigantesca", é a força motriz por trás de suas ações, levando-o a trair não apenas os outros, mas a si mesmo. Conclui com uma reflexão sobre a vaidade como uma força destrutiva, especialmente perigosa quando combinada com poder político, alertando para o impacto negativo dessa atitude em um país já fragilizado. O texto é uma crítica feroz à política brasileira, ressaltando a hipocrisia e a superficialidade das figuras de poder. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Marechal Lott; PTB; Política; Decadência moral; Superficialidade | pt_BR |
| dc.title | Noite de Marechal (1959-08-20) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |