Resumen:
Analisa a crescente resistência ao totalitarismo na Europa e a situação das democracias na América Latina. Começa mencionando Franco, que, após um governo baseado na violência e na supressão de um governo democraticamente eleito, busca suavizar seu regime despótico. Franco dissolveu a falange, o grupo que o ajudou a controlar qualquer dissidência, e começa a considerar a importância dos direitos individuais. Embora a vitória militar ainda esteja distante para as democracias, os ditadores na Europa enfrentam uma pressão crescente. Em contraste, destaca que a América Latina continua a sofrer com o caudilhismo, um fenômeno que enfraquece a democracia na região. Observa que a política de boa vizinhança não tem sido suficiente para curar as feridas democráticas da América Latina, onde, frequentemente, líderes autoritários se aproveitam da instabilidade política. Conclui que, embora as democracias ainda sejam frágeis na América Latina, a luta entre democracia e autocracia pode se intensificar, tornando-se uma batalha decisiva em um contexto global conturbado.