Resumo:
Reflete sobre a controvérsia em torno do livro "Fronteira Agreste", que foi sequestrado pelo D.E.I.P. Embora ele não conheça a obra, argumenta que a arte é um fenômeno social, influenciando tanto positivamente quanto negativamente a coletividade. Defende que a arte não pode ser considerada amoral, pois possui um impacto significativo sobre a alma humana e deve servir como um instrumento de educação. Ao citar Beethoven, ilustra como a música pode elevar ou degradar o espírito humano. Critica o princípio de que o governo pode atuar como censor da arte, argumentando que essa abordagem é ainda mais perigosa do que a própria circulação de obras potencialmente prejudiciais. Considera que a verdade deve ser conhecida, mesmo que seja desagradável, e que o controle governamental sobre o pensamento e a arte é uma violação da liberdade. Assim, mesmo que algumas obras possam ser consideradas prejudiciais, a solução não está na censura, mas na capacidade do público de discernir e reagir a elas.