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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-09-27T13:58:46Z
dc.date.available 2024-09-27T13:58:46Z
dc.date.issued 1944-02-08
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6035
dc.description.abstract Aborda a polêmica em torno do livro "Fronteira Agreste", utilizando a discussão para refletir sobre a liberdade na arte. Menciona ter recebido uma carta de um publicista, que questiona se as obras citadas podem ser consideradas arte, o que o deixou perplexo. Argumenta que, apesar de não se dever interferir na produção artística, é essencial distinguir entre arte e obras que, mesmo impressas, podem ser obscenas ou pornográficas. Critica a ideia de que tudo que está impresso e segue uma escola literária é arte, afirmando que a impressão não torna a obscenidade menos nociva. Para ele, a arte deve ser uma expressão criativa do espírito humano, mesmo que seu conteúdo seja controverso. Enfatiza que, embora não se possa eliminar a pornografia, esta deve ser relegada a espaços menos acessíveis, onde suas influências são limitadas. A defesa da liberdade de expressão artística deve, portanto, estar acompanhada de uma crítica consciente que separa a arte genuína das manifestações de degradação moral. pt_BR
dc.subject Liberdade na arte; Obra; Fronteira Agreste; Pornografia; Expressão; Moralidade pt_BR
dc.title Microscópio (1944-02-08) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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