Resumen:
Aborda a discussão sobre o uso da palavra "pasteurizar", que se origina do nome do cientista francês Louis Pasteur. Relata ter utilizado a forma "pastorizar" em vez da convencional, gerando estranhamento entre alguns leitores. Um deles, um leitor de Uruguaiana, solicitou esclarecimentos sobre essa alteração, já que nomes próprios estrangeiros, como "Pasteur", não deveriam ser modificados. Concorda que o nome deve ser mantido, mas esclarece que a pronúncia de "Pasteur" não se alinha à fonética portuguesa, o que pode resultar em uma distorção na forma como é falado. Para evitar essa deturpação, sugere que a forma "pastorizar" seja utilizada, já que tanto "Pasteur" quanto "pasteur" têm raízes no latim "pastor", que significa "pastor" em português. Cita diversos linguistas e dicionários que apoiam essa alternativa, como Gonçalves Viana, Cândido do Figueiredo e Laudeino Freire. Conclui que a utilização de "pastorizar" é justificada e respaldada por autoridades da língua.