Resumen:
Aborda o desconcertante reconhecimento formal do governo do rei Vítor Manuel pela Rússia, o que indica que a Itália já não é considerada um país inimigo. Embora ainda não se classifique como uma nação aliada, a Itália é vista como cobeligerante. A recente troca de representantes diplomáticos entre a Rússia e a Itália ressalta a situação dos italianos no Brasil, que continuam enfrentando restrições econômicas herdadas do período de beligerância. Questiona a paridade de tratamento entre os italianos e os alemães e japoneses, sugerindo que a presença de alguns fascistas italianos solidários a Hitler e Mussolini possa ser uma das razões. No entanto, observa que a maioria dos italianos não se identifica com o fascismo e que os Estados Unidos já não consideram os italianos como inimigos. Além disso, critica as restrições econômicas impostas aos italianos no Brasil, ressaltando que essas medidas prejudicam trabalhadores ativos e produtivos, impactando a economia do país de forma negativa e questionando a continuidade dessas limitações.