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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-09-27T14:31:51Z
dc.date.available 2024-09-27T14:31:51Z
dc.date.issued 1944-03-19
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6044
dc.description.abstract Aborda o desconcertante reconhecimento formal do governo do rei Vítor Manuel pela Rússia, o que indica que a Itália já não é considerada um país inimigo. Embora ainda não se classifique como uma nação aliada, a Itália é vista como cobeligerante. A recente troca de representantes diplomáticos entre a Rússia e a Itália ressalta a situação dos italianos no Brasil, que continuam enfrentando restrições econômicas herdadas do período de beligerância. Questiona a paridade de tratamento entre os italianos e os alemães e japoneses, sugerindo que a presença de alguns fascistas italianos solidários a Hitler e Mussolini possa ser uma das razões. No entanto, observa que a maioria dos italianos não se identifica com o fascismo e que os Estados Unidos já não consideram os italianos como inimigos. Além disso, critica as restrições econômicas impostas aos italianos no Brasil, ressaltando que essas medidas prejudicam trabalhadores ativos e produtivos, impactando a economia do país de forma negativa e questionando a continuidade dessas limitações. pt_BR
dc.subject Hitler; Mussolini; Restrição econômica; Representantes diplomáticos; Totalitarismo; Economia pt_BR
dc.title Microscópio (1944-03-19) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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