Resumen:
Discute a guerra como uma batalha crucial entre a democracia e o despotismo, observando que, apesar de nações ditatoriais como a Polônia e democráticas como a Finlândia, o futuro da democracia permanece incerto. Alerta que, mesmo após uma possível vitória aliada, a simples adoção de sistemas democráticos não garantirá a paz duradoura. Enfatiza a necessidade de conquistar uma paz verdadeira, não apenas uma trégua temporária, para evitar o colapso da civilização em meio à barbárie. Para alcançar essa paz, propõe a implementação rigorosa dos princípios democráticos nas relações internacionais, enfatizando a importância de uma comunidade de nações onde todos os países, independentemente de seu poder material, tenham direitos iguais. A concentração de poder em algumas nações, sob o pretexto de proteger a liberdade, perpetuaria a autocracia. Nesse contexto, elogia a campanha de Sumner Welles em favor de uma organização democrática na vida internacional, destacando que sua experiência política confere grande relevância e credibilidade a essa iniciativa.