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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-09-30T14:00:44Z | |
| dc.date.available | 2024-09-30T14:00:44Z | |
| dc.date.issued | 1944-07-30 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6078 | |
| dc.description.abstract | Aborda como a falha da conspiração contra Hitler é vista como um acontecimento lamentável, pois muitas vidas poderiam ser poupadas com uma vitória contra o nazismo. No entanto, argumenta que, de uma perspectiva mais ampla, essa falha pode ser vista como um fato providencial. Alerta que a paz será sempre instável enquanto houver povos, como os alemães, que veneram o deus da guerra, seja ele Wotan ou Marte. A mentalidade guerreira da Alemanha, segundo ele, não é uma característica irremediável do povo germânico, mas uma deformação que pode ser corrigida. Para que isso ocorra, é necessário que os alemães enfrentem as consequências de seus atos, sentindo na própria pele os horrores da guerra. Acredita que a única forma de tratar essa "doença" é através do sofrimento que decorre de suas próprias falhas. Critica a ideia de desmembrar ou desarmar a Alemanha, alertando que isso poderia ressuscitar um orgulho nacional excessivo, sugerindo que uma paz prematura seria uma desgraça e que o verdadeiro castigo deve vir através da guerra que a Alemanha provocou. | pt_BR |
| dc.subject | Conspiração; Hitler; Vidas poupadas; Paz instável; Deformação; Consequências; Sofrimento | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1944-07-30) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |