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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-01T12:58:04Z
dc.date.available 2024-10-01T12:58:04Z
dc.date.issued 1944-11-19
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6129
dc.description.abstract No dia 10 de novembro, o Chefe da Nação, Getúlio Vargas, costuma se dirigir às forças armadas e ao povo, reforçando a responsabilidade coletiva pela manutenção do regime. No entanto, a fala presidencial deste ano não atendeu às expectativas populares. Depois que seus ministros fizeram discursos, a população aguardava uma declaração clara sobre a realização das eleições, mas Vargas fez apenas uma referência vaga à "complementação" das instituições previstas na carta de 10 de novembro. Essa falta de clareza gerou incerteza e confusão sobre o processo eleitoral. Pilla destaca que, se a intenção é realizar eleições verdadeiras, é essencial iniciar a implementação de medidas preparatórias, pois não se pode improvisar na véspera da votação. A ansiedade sobre o futuro das eleições se intensifica, e a mensagem de Vargas não trouxe a tranquilidade esperada. As pessoas anseiam por eleições legítimas, temendo que se apresentem soluções superficiais sob o pretexto da falta de tempo. Há uma necessidade urgente de ações concretas por parte do governo para atender a essa demanda popular por eleições reais. pt_BR
dc.subject Getúlio Vargas; Forças armadas; Regime; Eleições; Instituições; Ansiedade pt_BR
dc.title Microscópio (1944-11-19) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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