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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-10T12:27:03Z
dc.date.available 2024-10-10T12:27:03Z
dc.date.issued 1945
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6212
dc.description.abstract Critica aqueles que, em vez de se manifestarem contra a ditadura de Getúlio Vargas, optaram por se calar e dissimular durante um período em que o país buscava retomar seu destino democrático. Aponta a hipocrisia de indivíduos e partidos que, após a dissolução dos partidos políticos, alegaram que apenas os órgãos partidários tinham o direito de se pronunciar, mesmo após sete anos de repressão. Ao mesmo tempo, esses mesmos grupos se uniram para apoiar a candidatura de um ministro alinhado ao governo, enquanto desprezavam a candidatura de Eduardo Gomes, que representava uma verdadeira luta pela liberdade e democracia. Destaca que a crítica à falta de um programa por parte de Gomes é infundada, pois o principal objetivo deveria ser a restauração da democracia. Questiona a legitimidade dos partidos que, em 1930 e 1932, lutaram contra a ditadura, mas agora continuam a apoiar o regime. Sugere que os críticos buscam justificar sua postura, recorrendo a argumentos insidiosos e insinuando que as oposições têm uma agenda revolucionária. A conclusão é clara: as dificuldades enfrentadas pela democracia e a luta pela liberdade são distorcidas por aqueles que preferem manter o status quo, em detrimento do bem-estar nacional. pt_BR
dc.subject Manifestação; Ditadura; Eduardo Gomes; Liberdade; Partidos; Oposição; Revolução pt_BR
dc.title Dialética In Extremis (1945) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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