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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-10T12:54:52Z
dc.date.available 2024-10-10T12:54:52Z
dc.date.issued 1945-07-03
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6220
dc.description.abstract Discute a recente revogação do decreto-lei nº 7.666, que o governo brasileiro havia promulgado de forma abrupta, sem consultar seus ministros. Critica a pressa da Ditadura em implementar essa lei, que, segundo ele, não visava proteger as classes populares, mas sim consolidar o poder político. A revogação do decreto é interpretada como um reconhecimento das críticas que foram feitas a ele. Argumenta que não há comparação válida entre a legislação americana de combate aos "trusts" e a legislação brasileira, uma vez que nos Estados Unidos não existem expropriações nem intervenções diretas do governo. Destaca que o decreto brasileiro, ao contrário das leis norte-americanas, atua como uma ferramenta de opressão, e critica a ineficácia do governo em lidar com a questão dos monopólios. A legislação que estava sendo desenvolvida pelo Conselho Federal do Comércio Exterior, que contava com a participação do governo, teria sido ignorada em favor da nova lei. Conclui afirmando que não havia urgência em criar uma nova legislação e que as classes produtoras devem aprender que somente a democracia pode garantir a liberdade e a segurança necessárias para o desenvolvimento econômico. Sublinha a necessidade de uma análise crítica das ações do governo e a importância de uma abordagem democrática para resolver questões econômicas. pt_BR
dc.publisher Diários Associados pt_BR
dc.subject Decreto-lei n. 7.666; Revogação; Classes populares; Opressão; Expropriações; Democracia pt_BR
dc.title Ré Confessa (1945-07-03) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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