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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-10T14:23:12Z | |
| dc.date.available | 2024-10-10T14:23:12Z | |
| dc.date.issued | 1945-07-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6239 | |
| dc.description.abstract | Argumenta que Getúlio Vargas, longe de ser um benfeitor do povo brasileiro, representa um verdadeiro opressor, subtraindo mais do que oferece à população. Começa ressaltando que a legislação social em vigor no Brasil começou a se desenvolver antes da ascensão de Vargas ao poder e que seu progresso era inevitável, impulsionado por compromissos internacionais. Critica a propaganda que promove Vargas como o único responsável por essas conquistas, destacando que muitas reformas sociais foram possíveis devido a um movimento revolucionário que derrubou barreiras políticas. Enfatiza que Vargas, em seu governo autoritário, tem se aproveitado das conquistas sociais para perpetuar sua imagem, enquanto, na realidade, a inflação e a miséria se intensificaram sob sua administração. Pergunta retoricamente a Antônio se ele realmente deve gratidão ao Ditador por um sistema que o submete a condições cada vez mais difíceis, afirmando que as melhorias, como salários e aposentadorias, são insuficientes diante da desvalorização econômica. Conclui que, apesar de Vargas apresentar-se como um protetor do trabalhador, sua verdadeira natureza é a de um explorador, exigindo liberdade e dignidade em troca de benefícios insuficientes e um aumento da miséria. | pt_BR |
| dc.publisher | Diários Associados | pt_BR |
| dc.subject | Getúlio Vargas; Legislação social; Desenvolvimento; Compromissos internacionais; Salários; Aposentadorias; Desvalorização econômica | pt_BR |
| dc.title | Cartas Políticas a Um Operário (1945-07-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |