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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-10-11T12:08:44Z | |
| dc.date.available | 2024-10-11T12:08:44Z | |
| dc.date.issued | 1945-09-02 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6254 | |
| dc.description.abstract | Analisa o fenômeno do queremismo no Brasil, caracterizando-o como um movimento que se tornou evidente e não pode ser ignorado. Destaca a propaganda intensa do queremismo e a sua capacidade de influenciar a opinião pública, comparando a situação brasileira a um povo que, após um longo período de ditadura, busca manter o controle de um líder que já confiscou suas liberdades. Argumenta que, apesar da aparência impressionante do queremismo, sua profundidade é superficial e carece de substância. Utiliza a metáfora do escravo libertado que, sem saber como usar sua liberdade, prefere retornar ao seu antigo senhor, para ilustrar a situação dos brasileiros que se rendem à ditadura. Observa que a verdadeira natureza do queremismo não representa a alma brasileira, mas sim um tumor social gerado por anos de opressão. Critica a falta de conteúdo doutrinário do movimento, reduzido à simples exaltação de Getúlio Vargas, sem qualquer proposta de transformação real. Reconhece que existem pessoas bem-intencionadas que, enganadas por uma propaganda sistemática, acreditam que Vargas lhes proporcionou benefícios. No entanto, ele adverte que a reeducação dessas pessoas é essencial para a vitória da democracia, que é ameaçada pela degenerescência que o queremismo representa. Conclui que a democracia deve ser restaurada, mas que isso requer atenção especial àqueles deseducados pela ditadura. | pt_BR |
| dc.publisher | Diários Associados | pt_BR |
| dc.subject | Queremismo; Propaganda; Ditadura; Poder; Democracia; Reeducação | pt_BR |
| dc.title | Patogenia do Queremismo (1945-09-02) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |