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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-10-29T12:00:14Z
dc.date.available 2024-10-29T12:00:14Z
dc.date.issued 1947-12-20
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6377
dc.description.abstract Aborda a crescente tensão entre o Parlamento e a imprensa, destacando que ambas as partes possuem responsabilidade pelos conflitos que emergem dessa relação. O Parlamento, embora essencial para a democracia, tem falhado em sua função, agindo, em certos momentos, por ganância, comodismo ou interesse. Argumenta que é compreensível que a imprensa critique essas falhas, pois essa crítica é fundamental para a saúde das instituições democráticas. Contudo, ele adverte que a imprensa não deve ultrapassar os limites da crítica e cair no vilipêndio da instituição parlamentar, o que seria considerado um abuso e, em sua visão, um crime contra a pátria. Critica também os parlamentares que buscam se proteger da crítica, destacando que a liberdade de expressão é essencial, e a solução para os excessos da palavra está na palavra mesma. Para ele, tanto o Parlamento quanto a imprensa compartilham interesses fundamentais, pois ambos são essenciais para a manutenção da liberdade, sendo que a imprensa só pode existir plenamente em um ambiente livre e democrático. pt_BR
dc.publisher Diário de Notícias pt_BR
dc.subject Parlamento; Imprensa; Crítica; Abuso; Liberdade; Excessos; Democracia pt_BR
dc.title Microscópio (1947-12-20) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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