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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-01T11:50:05Z | |
| dc.date.available | 2024-11-01T11:50:05Z | |
| dc.date.issued | 1948-12-18 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6486 | |
| dc.description.abstract | Critica a responsabilidade compartilhada entre o Poder Executivo e o Congresso Nacional na elaboração do orçamento de 1949. Argumenta que, embora o Congresso tenha suas culpas, o Executivo se isenta de responsabilidade ao devolver o projeto sem sanção. Destaca que o governo apresentou uma proposta insincera, omitindo gastos obrigatórios para alegar um orçamento equilibrado. Com isso, o Executivo tenta transferir a culpa pelo déficit ao Legislativo. No entanto, a função do Congresso deveria ser corrigir os erros do Executivo, criando um orçamento deficitário, mas que refletisse a realidade. Menciona que, apesar de o Legislativo ter aumentado despesas, a culpa ainda recai sobre o governo por não agir para evitar essa situação, permitindo que o Congresso fosse criticado enquanto ele próprio tentava se redimir. Conclui que, no atual cenário, a culpa do Executivo é maior, pois não fez esforços para conseguir um orçamento melhor e acabou deixando que a desordem imperasse. | pt_BR |
| dc.publisher | Correio do Povo | pt_BR |
| dc.subject | Congresso Nacional; Orçamento; Poder Executivo; Responsabilidade; Opinião Pública; Eficiência | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1948-12-18) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |