Mostrar registro simples

dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-11-26T13:38:09Z
dc.date.available 2024-11-26T13:38:09Z
dc.date.issued 1949-05-10
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6589
dc.description.abstract Traz uma reflexão sobre a instabilidade política e a ética administrativa no Brasil, com um foco em um episódio histórico envolvendo o político João Alfredo. Relata que, após a abolição da escravatura em 1888, o governo de João Alfredo se enfraqueceu rapidamente. Isso ocorreu, principalmente, devido a um contrato envolvendo a família do político com a administração pública, o que foi interpretado como um desvio ético. Apesar de João Alfredo defender sua integridade no Senado, o crescimento da oposição e a pressão pública resultaram em sua demissão. Compara essa situação com os tempos atuais, onde acusações graves contra ministros não geram, muitas vezes, grandes consequências. Observa que, no contexto do sistema parlamentarista da época, a instabilidade ministerial era comum, o que prejudicava a governança. No entanto, ele defende que a estabilidade política atual, mesmo com possíveis falhas éticas, garante maior segurança para os governantes e para o país. Conclui com uma crítica irônica à situação política moderna, ressaltando que a segurança proporcionada pelo sistema atual permite que os políticos "governem ou desgovernem" o país sem grandes perturbações. Em suma, sugere que a estabilidade política contemporânea, apesar de sua falibilidade ética, pode ser mais benéfica do que os conflitos constantes que caracterizavam o sistema parlamentarista do passado. pt_BR
dc.subject João Alfredo; Governo; Ética Administrativa; Concorrência Pública; Senado; Instabilidade Ministerial; Sistema Parlamentarista pt_BR
dc.title Microscópio (1949-05-10) pt_BR
dc.type Other pt_BR


Arquivos deste item

Este item aparece na(s) seguinte(s) coleção(s)

Mostrar registro simples

Buscar DSpace#1#


Busca avançada

Navegar

Minha conta