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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-11-26T13:43:22Z
dc.date.available 2024-11-26T13:43:22Z
dc.date.issued 1949-05-13
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6591
dc.description.abstract Aborda a figura de José Maria da Silva Paranhos Júnior, o Visconde do Rio Branco, um dos maiores estadistas do Brasil, responsável por importantes conquistas no país. Entre seus legados, destaca-se a Lei do Ventre Livre, que marcou um golpe significativo contra a escravidão, e a revogação da Lei Policial de 3 de dezembro de 1841, que gerou a Revolução Liberal de 1842. Quando a Lei do Ventre Livre foi aprovada, Rio Branco e seus aliados foram recebidos com uma chuva de flores, e o ministro dos Estados Unidos expressou sua admiração por uma lei que, em outros países, havia exigido muita luta e sangue. O gabinete de Rio Branco durou mais de quatro anos, mas seu governo sofreu um revés devido a um grave erro financeiro. Ele se envolveu em uma operação bancária malsucedida, que resultou em uma grande perda para o Tesouro Nacional. Apesar de sua boa fé, o escândalo abalou sua imagem e, pressionado pela oposição, Rio Branco se afastou do governo em 25 de junho de 1875, mesmo com a confiança do Imperador. Pilla compara o passado e o presente, destacando como os tempos mudaram. Hoje, os ministros utilizam os recursos públicos para beneficiar empresas duvidosas, sem enfrentar as consequências que Rio Branco enfrentou. A crítica sugere que, embora as pessoas e as instituições tenham mudado, os costumes também se transformaram, para pior. pt_BR
dc.subject José Maria da Silva Paranhos Júnior; Visconde do Rio Branco; Escravidão; Escândalo; Imperador; Oposição; Mudança nos tempos pt_BR
dc.title Microscópio (1949-05-13) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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