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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-26T14:08:34Z | |
| dc.date.available | 2024-11-26T14:08:34Z | |
| dc.date.issued | 1949-05-26 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6599 | |
| dc.description.abstract | Critica a falta de compreensão dos conceitos fundamentais do sistema eleitoral brasileiro, especialmente a representação proporcional, por parte de alguns meios de comunicação e suas opiniões sobre a legitimidade dos deputados com baixos números de votos. Destaca que, de acordo com o sistema de representação proporcional instituído no Brasil, o partido é o elemento principal na eleição dos deputados, e não os votos individuais. Ou seja, é o conjunto de votos no partido que determina o número de cadeiras conquistadas, e não a quantidade de votos que um candidato específico recebe. Observa que, apesar de alguns deputados serem eleitos com um número reduzido de votos, isso não compromete sua legitimidade, uma vez que a eleição se baseia no apoio à legenda do partido, e não exclusivamente aos candidatos individuais. Também menciona a possibilidade de candidatos serem eleitos sem votos pessoais, como é o caso de alguns suplentes que assumem cadeiras devido à decisão do partido. Critica a forma superficial e imprecisa com que a imprensa tem abordado o tema, sugerindo que jornalistas não devem se desculpar pela falta de precisão devido à pressa e à improvisação do trabalho jornalístico, especialmente quando se trata de temas centrais do regime político do país. Defende que é necessário um entendimento mais profundo sobre o sistema para uma análise mais justa e precisa. | pt_BR |
| dc.subject | Sistema Eleitoral; Legitimidade; Partidos; Votos; Suplentes; Regime Político; Imprensa | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-05-26) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |