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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-26T14:12:20Z | |
| dc.date.available | 2024-11-26T14:12:20Z | |
| dc.date.issued | 1949-05-29 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6600 | |
| dc.description.abstract | Critica a compreensão inadequada da representação proporcional por parte dos magistrados, exemplificada pelo debate sobre o preenchimento das vagas dos deputados comunistas cassados. Para ele, a solução constitucionalmente correta seria a redistribuição das cadeiras por meio de um novo cálculo do quociente eleitoral, dado que, apesar da cassação, os votos dos comunistas foram eliminados. Se opõe à proposta de novas eleições, defendendo que o processo resultaria em uma distribuição desequilibrada das cadeiras, favorecendo o partido majoritário. Explica que a representação proporcional visa refletir as várias correntes políticas de um país, e isso só pode ser feito através de eleições gerais, e não parciais, que alteram o equilíbrio do quadro político. Destaca que a figura do suplente, um mecanismo exclusivo do sistema proporcional, permite que as vagas sejam preenchidas sem distorções. A crítica recai sobre a atitude da Justiça Eleitoral, que desconsidera a representação proporcional ao insistir na nova eleição para preencher as vagas dos deputados comunistas, violando, assim, um princípio constitucional básico. Em vez disso, ele defende a solução já adotada pelo Congresso, que ajustou o quociente eleitoral para refletir corretamente a situação política, mantendo a integridade da representação proporcional. | pt_BR |
| dc.subject | Magistrados; Vagas; Comunistas; Quociente Eleitoral; Justiça Eleitoral; Constituição; Constituição; Equilíbrio Político | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-05-29) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |