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dc.contributor.author Pilla, Raul
dc.date.accessioned 2024-11-29T11:20:52Z
dc.date.available 2024-11-29T11:20:52Z
dc.date.issued 1949-09-07
dc.identifier.uri http://hdl.handle.net/20.500.11959/6616
dc.description.abstract Questiona a condenação da ideia de paz em contextos políticos, especialmente em regimes democráticos. Lembra que, embora regimes totalitários a tenham classificado como subversiva e antissocial, a paz é um princípio essencial para a humanidade, fundamental para a preservação da civilização. No entanto, o governo brasileiro, em um contexto de repressão, persegue e proíbe manifestações em favor da paz, como congressos e conferências, alegando que esses eventos são promovidos pelos comunistas e seguem planos de Moscou. Critica a decisão do governo de cassar o registro do Partido Comunista, argumentando que isso cria uma divisão antidemocrática, onde pessoas com ideologias comunistas são privadas de seus direitos constitucionais, um retrocesso comparável ao absolutismo monárquico. Vê a contradição no governo, que, ao tentar combater o comunismo por vias policiais, enfraquece a própria Constituição e os direitos fundamentais dos cidadãos. Para ele, o governo não conseguiu erradicar o comunismo, e, ao invés disso, comprometeu a democracia, tornando-a mais vulnerável. A luta entre democracia e comunismo, portanto, favorece o último, que, segundo ele, está destruindo a essência democrática do país. pt_BR
dc.subject Democracia; Comunistas; Governo; Repressão; Liberdade de expressão; Cassação; Retrocesso pt_BR
dc.title Microscópio (1949-09-07) pt_BR
dc.type Other pt_BR


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