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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T11:26:59Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T11:26:59Z | |
| dc.date.issued | 1949-06-25 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6618 | |
| dc.description.abstract | Discute a fragilidade da democracia brasileira, comparando-a a uma planta que, antes vigorosa, se tornou débil e difícil de sustentar. Reflete sobre as explicações que atribuem essa fraqueza a fatores como o clima, a raça ou o ambiente físico, mas rejeita essas suposições. Argumenta que, historicamente, o Brasil sempre teve um forte sentimento democrático, desde a luta contra o poder absolutista de D. Pedro I até a Revolução Republicana de 1889. A declaração da maioridade de Pedro II e a proclamação da República são destacadas como momentos em que a democracia brasileira se consolidou. No entanto, ele critica a transição do parlamentarismo para o presidencialismo após a Proclamação da República, apontando que o parlamentarismo se adaptava bem ao Brasil, enquanto o presidencialismo, adotado de forma apressada, não conseguiu se estabelecer adequadamente. Sugere que o erro foi a substituição do modelo de governo, o que causou dificuldades para a democracia florescer plenamente. Conclui que a democracia brasileira, antes robusta, agora se encontra em um estado de fragilidade, sendo cultivada em uma "estufa", necessitando de cuidados excessivos para se manter. | pt_BR |
| dc.subject | Democracia; História; Independência; D. Pedro I; Parlamentarismo; Presidencialismo; Revolução | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-06-25) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |