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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T11:29:24Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T11:29:24Z | |
| dc.date.issued | 1949-07-01 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6619 | |
| dc.description.abstract | Denuncia a violência crescente da polícia carioca, que tem demonstrado uma total falta de respeito pelas leis, Constituição e pela distinção entre classes sociais. A polícia, segundo ele, nivela todos os cidadãos pela sua prepotência, sem fazer distinção entre civis, militares ou autoridades. Questiona a função da polícia, que deveria reprimir e evitar a violência, mas tem se tornado um instrumento de violência em si mesma. Critica a postura do governo, que, ao não tomar medidas para corrigir ou substituir a polícia, demonstra conivência com suas arbitrariedades. A polícia, para o autor, é um reflexo do governo, que a mantém impune e sem responsabilidade. Ao invés de culpar a polícia, sugere que a imprensa deveria censurar o governo que permite esses abusos. Destaca que, enquanto no passado uma violência policial podia derrubar um ministro, hoje as arbitrariedades da polícia são frequentes e raramente são contestadas. O governo, nesse regime, é praticamente irresponsável, permitindo que a polícia aja como quiser sem sofrer consequências. Para ele, a violência policial reflete a irresponsabilidade do governo, que não se importa com os abusos cometidos contra a população. | pt_BR |
| dc.subject | Polícia; Violência; Classes Sociais; Prepotência; Governo; Responsabilidade; Imprensa | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-07-01) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |