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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T12:11:20Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T12:11:20Z | |
| dc.date.issued | 1949-10-08 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6629 | |
| dc.description.abstract | Reflete sobre o sistema de governo e as críticas ao parlamentarismo no Brasil, destacando que, para muitos, o presidencialismo é visto como mais coerente com a democracia. No entanto, questiona essa visão, observando que o presidencialismo tende a reforçar um governo forte, o que pode se aproximar de uma forma de ditadura. Critica, por exemplo, o caso do político Joaquim Luís Osório, que defendeu um regime ditatorial no Rio Grande do Sul, e do sociólogo Gilberto Freyre, que afirma que a cultura brasileira é propensa ao paternalismo, o que tornaria o parlamentarismo incompatível com o país. Também menciona o argumento de Afonso Arinos, que acredita que o "clima americano" exige governos fortes, concentrados e diretos, o que, para ele, implica uma tendência para a ditadura. Questiona, então, por que, após a queda do regime de Getúlio Vargas, não foi convocada uma assembleia constituinte para estabelecer um sistema democrático representativo, mas sim a substituição de um ditador por outro. Sugere que, no fundo, os defensores do presidencialismo não são tão comprometidos com a democracia quanto afirmam. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Presidencialismo; Ditadura; Democracia; Governo forte; Gilberto Freyre; Afonso Arinos; Paternalismo; Ditatorialismo; Assembleia constituinte | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-10-08) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |