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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T12:26:00Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T12:26:00Z | |
| dc.date.issued | 1949-10-05 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6635 | |
| dc.description.abstract | No segundo artigo de Gilberto Freyre sobre a emenda parlamentarista, Pilla reage ao que considera uma crítica desqualificadora e desprovida de argumentos consistentes. Freyre, seguindo a linha de Afonso Arinos, sugere que os defensores do parlamentarismo no Brasil estão imersos em uma "mística", um comportamento irracional e fanático, em vez de adotar uma postura lógica e analítica. Pilla refuta essa ideia, argumentando que o parlamentarismo não é uma questão mística, mas uma solução pragmática para o problema do bom governo. Critica o tom de Freyre, sugerindo que ele vê os parlamentaristas como fanáticos cegos, incapazes de refletir criticamente. Para ele, ao invés de misticismo, os parlamentaristas têm argumentos sólidos e baseados na realidade sociológica, enquanto os opositores, como Afonso Arinos, se baseiam em preconceitos infundados. Aponta que Arinos, ao escrever extensamente contra a emenda, não abordou questões essenciais sobre o funcionamento do parlamentarismo. Além disso, observa que muitos dos que votaram contra a emenda nem sequer leram suas próprias justificativas. Para ele, os opositores do parlamentarismo não estão interessados em um debate verdadeiro, mas sim em manter uma posição preconceituosa e infundada. | pt_BR |
| dc.subject | Parlamentarismo; Mística; Gilberto Freyre; Afonso Arinos; Fanatismo; Preconceito; Debate; Crítica | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-10-05) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |