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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T12:31:53Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T12:31:53Z | |
| dc.date.issued | 1949-10-21 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6637 | |
| dc.description.abstract | Analisa a crise política que surge a partir da dificuldade de manter o acordo entre os partidos no sistema presidencialista. Inicialmente, o acordo parecia viável, pois baseava-se em uma situação consolidada, mas ao ser exigido para lidar com o futuro e criar uma nova situação política duradoura, o acordo se torna instável. Argumenta que os maiores partidos não podem ceder facilmente o poder da presidência, já que isso implicaria renunciar ao controle do país e à sua própria sobrevivência política. No sistema presidencialista, o partido no governo tem um poder quase absoluto, enquanto os partidos fora dele são excluídos. Esse "tudo ou nada" dificulta a colaboração política entre diferentes partidos, essencial para a democracia. Sugere que, para evitar a perpetuação desse ciclo, é necessário adotar um sistema de governo coletivo e responsável, que possibilite a colaboração efetiva entre os partidos, sem concentrar todo o poder nas mãos de um só partido ou líder. A solução proposta é a emenda parlamentarista, que visa superar os problemas crônicos do sistema presidencialista e permitir uma governança mais equitativa e colaborativa. Chama a atenção dos políticos para a urgência de adotar mudanças antes que a crise se agrave. | pt_BR |
| dc.subject | Crise política; Acordo partidário; Presidencialismo; Emenda parlamentarista; Governo coletivo; Democracia | pt_BR |
| dc.title | Enquanto É Tempo (1949-10-21) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |