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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T12:47:16Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T12:47:16Z | |
| dc.date.issued | 1949-11-12 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6642 | |
| dc.description.abstract | Analisa um golpe de Estado ocorrido na Colômbia, comparando-o ao golpe de 1937 no Brasil, que instaurou a ditadura. O presidente colombiano, diante da oposição da maioria liberal no Congresso, optou por dissolver o Legislativo para garantir sua permanência no poder, o que, segundo Pilla, é uma prática lógica dentro do presidencialismo. Argumenta que o sistema presidencial não oferece mecanismos adequados para resolver os conflitos entre os poderes Executivo e Legislativo, o que frequentemente leva a golpes de Estado ou revoluções, como ocorre na América Latina. Contrasta essa situação com o sistema democrático representativo, no qual, em caso de grave divergência entre os poderes, cabe ao povo decidir. Essa lógica do parlamentarismo permite a resolução pacífica dos conflitos políticos, ao contrário do presidencialismo, que tende a exacerbar as tensões. Também menciona que, embora os Estados Unidos sigam um regime presidencialista, a cultura política e o forte instinto de liberdade da população têm evitado tais conflitos. No entanto, em países parlamentaristas, os golpes de Estado são mais raros e não inerentes ao sistema. A diferença entre os dois regimes está na origem dos problemas: no presidencialismo, o mal é estrutural; no parlamentarismo, decorre de causas externas. | pt_BR |
| dc.subject | Golpe de Estado; Colômbia; Ditadura; Presidencialismo; Parlamentarismo; Conflitos Políticos; América Latina; Violência Política | pt_BR |
| dc.title | Microscópio (1949-11-12) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |