Mostrar el registro sencillo del ítem
| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T13:51:59Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T13:51:59Z | |
| dc.date.issued | 1950-03-31 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6655 | |
| dc.description.abstract | Critica a anulação da concorrência para a exploração da Loteria Federal, argumentando que o mais adequado seria ter prorrogado a concessão existente até que o Congresso resolvesse a questão por meio da legislação. A abertura de uma nova concorrência, sem essa solução temporária, levanta dúvidas sobre a motivação do ministro responsável, sugerindo que interesses privados possam ter influenciado a decisão. Propõe que, caso seja necessário realizar uma nova concorrência, a concessão seja dada a título precário, ou seja, sem prejuízo da futura lei que está sendo discutida no Congresso. Essa medida, segundo ele, ajudaria a resolver a situação de maneira provisória, protegendo o interesse público e evitando críticas. Antecipa a objeção de que o antigo concessionário tem vantagem sobre os concorrentes devido ao seu preparo, mas argumenta que o mais importante é o interesse público, que não pode ser prejudicado por questões temporárias, como a falta de concorrentes adequados. Ainda observa que, se o Congresso decidir que a exploração das loterias deve ser estatal, a transição para um sistema mais público deve ser feita de forma gradual, sem prejudicar a sociedade. | pt_BR |
| dc.subject | Loteria Federal; Concorrência; Concessão; Congresso; Interesse Público; Lei; Ministro; Sistema Estatal | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Ainda a Loteria (1950-03-31) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |