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| dc.contributor.author | Pilla, Raul | |
| dc.date.accessioned | 2024-11-29T14:01:53Z | |
| dc.date.available | 2024-11-29T14:01:53Z | |
| dc.date.issued | 1950-04-04 | |
| dc.identifier.uri | http://hdl.handle.net/20.500.11959/6657 | |
| dc.description.abstract | Analisa a difícil situação política no Brasil, focando na sucessão presidencial. Aponta que a convergência entre as correntes políticas do centro e as populistas é improvável, o que gera um impasse na escolha do futuro presidente. No entanto, destaca que, independentemente das negociações entre as lideranças partidárias, a decisão final deve caber ao povo, como prevê a teoria democrática, por meio das eleições. Defende que, mesmo que o povo possa escolher mal, é fundamental que a escolha seja dele, pois é o maior interessado nas consequências da eleição. Para ele, o problema é que conceitos tão elementares da democracia parecem ser ignorados pelos políticos brasileiros. A situação se agrava quando ele sugere que a falta de entendimento entre os políticos pode ser resultado de interferências externas, referindo-se metaforicamente ao Olimpo e seus deuses, como Júpiter e Vulcano, que, segundo ele, agem nas sombras para influenciar a política do país. Conclui que, se há uma ameaça à democracia brasileira, ela só poderá ser afastada se os políticos se libertarem dessas pressões externas e tomarem decisões autênticas, em benefício do país. | pt_BR |
| dc.subject | Sucessão Presidencial; Democracia; Eleições; Política Brasileira; Júpiter; Vulcano | pt_BR |
| dc.title | Microscópio: Júpiter, Vulcano e a Democracia (1950-04-04) | pt_BR |
| dc.type | Other | pt_BR |